Sindicatos das Tecnologias da Saúde

Informação

Estes são os sindicatos que representam as várias profissões das Tecnologias da Saúde. Para cada um está disponível uma hiperligação para o site oficial (quando existente).

Poderá igualmente encontrar um conjunto de “FAQ – Perguntas Frequentes” sobre a sindicalização, que visam elucidar, esclarecer e responder às questões mais frequentes acerca deste tema. As FAQ foram desenvolvidas no seguimento do Inquérito 2010 – Técnicos de Diagnóstico e Terapêutica (TDT), que revelou uma necessidade desta informação por parte dos inquiridos.

Sindicatos


  • SCTS – Sindicato das Ciências e Tecnologias da Saúde
  • SFP – Sindicato dos Fisioterapeutas Portugueses
  • SIFAP – Sindicato Nacional dos Profissionais de Farmácia e Paramédicos
  • SINDITE – Sindicato dos Técnicos Superiores de Diagnóstico e Terapêutica
  • SINPROFARM – Sindicato Nacional dos Profissionais de Farmácia

FAQ - Perguntas Frequentes


  1. Posso tornar-me vosso sócio, independentemente se estou no Sector Público ou Privado?
  2. O seu sindicato abrange as 18 profissões TDT?
  3. Se for estudante posso sindicalizar-me?
  4. Se estiver desempregado sem nunca ter trabalhado como TDT, posso tornar-me vosso sócio?
  5. Se estiver desempregado tendo já trabalhado como TDT, posso tornar-me vosso sócio?
  6. Qual o custo de me tornar sócio? E qual o custo para caso esteja desempregado, seja estudante ou trabalhe fora do ramo TDT?
  7. Se estiver empregado numa área completamente diferente, posso tornar-me vosso sócio?
  8. Quais as vantagens oferecidas ao sindicalizado?
  9. Qual a importância de ser sindicalizado?


1. Posso tornar-me vosso sócio, independentemente se estou no Sector Público ou Privado?

  • SCTS - “Sim, o SCTS representa todos os profissionais de diagnóstico e terapêutica, com estatuto de trabalhador, qualquer que seja o sector de actividade, na área da prestação de cuidados de saúde, investigação e ensino”.
  • SIFAP - “O nosso sindicato, conforme os nossos Estatutos, que lhes podemos facultar, representa todos os trabalhadores do sector de diagnóstico e terapêutica sem excepção, dado que perfilhamos o entendimento de que os trabalhadores de qualquer empresa terão melhores condições de organização e defesa e promoção dos seus interesses sócio-profissionais, se organizados conjuntamente”.
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2. O seu sindicato abrange as 18 profissões TDT?

  • SCTS - “Como já referimos, sim”.
  • SIFAP - “Por isso representa todos os TDT do sector público ou privado, de todas as 18 profissões”.
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3. Se for estudante posso sindicalizar-me?

  • SCTS - “Enquanto estudante, não. Os sindicatos só podem representar trabalhadores. Contudo, dada a natureza profissionalizante do nosso ensino, o SCTS permite que os estudantes efectuem uma prévia inscrição, sem custos, para que estes possam ter acesso à informação”.
  • SIFAP - “Tem sido nosso entendimento, reforçado pela situação que temos concluindo do claro prejuízo para quem ingressa no mercado de trabalho, o deficiente conhecimento do mundo do trabalho com que os recém-formados chegam ao mesmo, a conveniência da pré sindicalização e por isso praticamo-la como pré-inscrição”.
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4. Se estiver desempregado sem nunca ter trabalhado como TDT, posso tornar-me vosso sócio?

  • SCTS - “Sim, desde que tenha cédula profissional, pois, enquadra‐se no conceito de trabalhador à procura do primeiro emprego”.
  • SIFAP - “Resposta inserta na resposta, e mais basta ter trabalhado durante algum tempo, para passar a sócio efectivo e enquanto desempregado isento de pagamento de cotização”.
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5. Se estiver desempregado tendo já trabalhado como TDT, posso tornar-me vosso sócio?

  • SCTS - “Sim, porque é um trabalhador desempregado cabendo ao Sindicato dar‐lhe todo o apoio durante o período de desemprego, bem como na avaliação das propostas de emprego que lhe venham a efectuar. Durante o período de desemprego não paga qualquer quotização”.
  • SIFAP - “Resposta inserta na resposta, e mais basta ter trabalhado durante algum tempo, para passar a sócio efectivo e enquanto desempregado isento de pagamento de cotização”.
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6. Qual o custo de me tornar sócio? E qual o custo para caso esteja desempregado, seja estudante ou trabalhe fora do ramo TDT?

  • SCTS - “A inscrição em si não tem custos. Após a aprovação da inscrição pela Direcção Nacional do SCTS, a quotização é de 1% do salário que auferir. Caso exerça fora das actividades de TDT não pode inscrever-se. Os desempregados e estudantes, porque não tem salário, não pagam nada.”
  • SIFAP - “Neste caso aplica-se o constante do Código do trabalho (Artigo 444º nº2 ).
    O valor da cotização é de 1% do vencimento base mensal e se estiver abrangido por uma Ordem profissional e a pagar quotas para a mesma, será de 0,5%. O Valor da inscrição é de 5,00 €. Enquanto desempregado está isento de cotização”.
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7. Se estiver empregado numa área completamente diferente, posso tornar-me vosso sócio?

  • SCTS - “Não, dado o âmbito estatuário do sindicato se circunscrever às profissões de diagnóstico e terapêutica”.
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8. Quais as vantagens oferecidas ao sindicalizado?

  • SCTS - “Como primeira grande matriz do papel de qualquer sindicato, é garantir a salvaguarda e aplicação de todos os direitos consignados na lei aos trabalhadores em geral e, em especial, das disposições laborais e profissionais próprias do sector representado.
    Dada a natureza especial das profissões de diagnóstico e terapêutica, no momento da inscrição como sócio é firmado um compromisso e apresentação através da ficha de inscrição que transcreve:
    - Estamos dotados de uma estrutura laboral capaz de intervir a todos os níveis das questões laborais
    - Somos a organização sindical de referência nacional e internacional reconhecida por todos os sectores públicos, sociais, académicos e laborais
    - Somos o grande e incontornável interlocutor em todas as áreas de negociação em defesa dos direitos e interesses dos profissionais das tecnologias da saúde.
    - Combatemos todas as formas de invasão das nossas actividades e o exercício inqualificado
    - Lutamos em todas as frentes para garantir postos de trabalho nas diferentes actividades
    - Asseguramos aos associados todo o apoio jurídico / laboral personalizado, através dos serviços da Sede (Porto) e da Delegação (Lisboa)
    - Promovemos o aconselhamento profissional nas mais variadas necessidades dos associados
    - Promovemos informação personalizada a todos os associados, nomeadamente através da Revista TecnoSaúde.
    - Promovemos acções de formação e cursos gratuitos através do nosso Departamento de Formação Permanente.
    - Promovemos Congressos, Jornadas, Seminários, Encontros, etc. a custos reduzidos para os associados.
    - Promovemos a capacidade de organização e defesa dos objectivos das profissões nos locais de trabalho.
    - Promovemos a imagem de qualidade das profissões
    - Promovemos reuniões nos locais de trabalho
    - Combatemos todas as formas de descriminação e abuso de poder das instituições.
    - Asseguramos comunicação online através da nossa página na net: http://www.scts.pt.
    - Somos membros fundadores da EPBS (European Associaton for Professions Biomedical Science), na qual fomos eleitos em 2010 para o cargo de Secretário l, bem como da EAPT (European Association of Pharmacy Téchnicians), grando a actual Direcção.
    - Apoiamos a acção das associações profissionais, assumindo a plementaridade estrutural e de acção, através do Fórum das Tecnologias da Saúde.
  • SIFAP - “As constantes do Artigo 443º do Código do Trabalho”.
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9. Qual a importância de ser sindicalizado?

  • SCTS - Consideramos esta questão extremamente pertinente porque:
    - Os custos de funcionamento de um Sindicato são exclusivamente suportados pelas quotizações dos seus associados, enquanto forma de assegurar a independência do mesmo;
    - Por tal, quanto mais associados tiver o Sindicato, maior será a sua capacidade financeira para realizar projectos que correspondam às necessidades dos associados, bem como para prestar assistência em tempo oportuno nas matérias de conflito laboral, informação e participação nas mais variadas iniciativas, como é o caso da Revista TecnoSaúde;
    - Daqui decorre que, mesmo os associados que nunca venham a solicitar o apoio do mesmo, estão a garantir aos restantes colegas os meios necessários para tal, quantas vezes em processos individuais ou colectivos que custam milhares de euros, como é o caso do processo reivindicativo de uma nova carreira;
    - Na mesma linha se situa o direito do associado decidir sobre propostas e projectos de desenvolvimento, podendo eleger e ser eleito para os corpos sociais do sindicato;
    - Com a sindicalização emerge um maior conhecimento e capacidade critica sobre a profissão, o trabalho, o emprego, os projectos, etc, conferindo‐lhe por tal os meios necessários a fazer opções informadas e fundamentadas;
    - Por último, o facto de se estar sindicalizado, confere ao Sindicato um maior poder interventivo em todas as frentes, pois, não só o faz em representação legítima dos seus associados, como quer os empregadores e o poder político lhe reconhecem uma força efectiva que, de outra forma, se limitaria a simples retórica;
    - Aliás, se quisessemos usar um exemplo do que afirmo, bastaria atentar na preocupação dos TDTOnline em procurar a coesão dos sindicatos em projectos de classe, como é o caso das nossas carreiras.
  • SIFAP - “São principalmente as de estar organizado colectivamente, o que facilita a referida defesa dos seus interesses sócio-profissionais, entre os quais se inserem vários: melhor informado sobre legislação laboral e sua interpretação, assistência jurídica, aplicação de convenções colectivas de trabalho só acessíveis para os filiados nos sindicatos subscritores, possibilidade de vir a assumir a sua defesa autonomamente e dos seus colegas trabalhadores como dirigente, etc. Em suma, um trabalhador sindicalizado é um trabalhador melhor informado e mais protegido”.
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Agradecimentos
O TDT Online gostaria de agradecer publicamente o apoio e disponibilidade dos sindicatos SCTS e SIFAP, na elaboração deste projecto, pois sem o seu apoio não nos seria possível prestar este serviço, respondendo assim às necessidades da “nossa” comunidade.