Campanha anti-pseudotécnicos

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Re: Campanha anti-pseudotécnicos

Mensagempor Ed Costa em Terça, 04 Ago 2009 15:39

JMC Escreveu e eu repito:
Acho esta campanha fantástica mas atenção que há por este forum pessoas que não são técnicos e que se intitulam como tal.Esta campanha é precisamente para denúnciar estas pessoas que trabalham sem curso e que ocupam os lugares dos nossos colegas


Continuo á espera JCM que me responda se tiver coragem para isso e desde já lhe digo que indague , se é sócio do SCTS, se entre os seus consócios não existe alguém com curso profissional e se também entende que esse não é técnico? Ou se técnicos especialistas trabalhadores da A.P.filiados no SIFAP, originários da carteira profissional de ajudante técnico também não são Técnicos ?Se a conclusão é essa então todos os não licenciados tinham que deixar os seus empregos que tiveram durante muitos anos para abrir caminho aos licenciados, mas olhe que, se fosse de farmácia, era ao contrário,como pode verificar pela mensagem atrás, não o aceitavam na farmácia. Por ultimo um conselho: deixe -se de provocar quem mais os tem defendido pois, se não fosse o SIFAP, no sector privado, nenhum entrava.E mais informo que o SIFAP como é natural pela sua antiguidade representa muitos técnicos equiparados mas também licenciados que não se envergonham ,e pelo contrário pensam que isso os beneficia, Técnicos licenciados.
E já agora que vi que é de análises clinicas, indague quem é que na convenção colectiva de trabalho conseguiu que não entrasse ninguém sem curso. Veja quem assina os CCTs que existem, que não sâo o que o SIFAP pretendia mas, pelo menos salvaguarda essa questão.
última vez editado por Ed Costa s Quarta, 05 Ago 2009 16:39, editado 3 vezes no total
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Re: Campanha anti-pseudotécnicos

Mensagempor zuppara em Terça, 04 Ago 2009 15:42

lilipat Escreveu:E então, quando é que a passamos para o papel? Eu não me importo de fazer no computador os panfletos e colocar aqui para cada um imprimir e distribuir. Não tenho nenhum programa informático tipo photoshop ou assim para poder fazer uma coisa toda bonita, mas vou tentar fazer o melhor. Até porque convém ser uma coisa simples e apelativa.
Lembrei-me agora, é preciso passar por algum trâmite legal para espalhar panfletos? :?


Não há nada na lei que te impeça de fazer publicidade, desde que não coles cartazes em locais com indicação "proibida afixação" nem difames ninguém ou publicites burlas lol. És livre de distribuir qualquer tipo de panfleto. Tal como várias associações e partidos fazem.
Alguns dos melhores locais são as vitrinas dos cafés, supermercados e outras lojas locais, desde com a devida autorização do dono ou gerente, acaba por ser uma publicidade directa e que influencia bastante! Torna-se também mais fácil e mais barato do que distribuir panfletos de mão-a-mão. :)
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Re: Campanha anti-pseudotécnicos

Mensagempor lilipat em Quarta, 05 Ago 2009 14:39

zuppara Escreveu:
lilipat Escreveu:E então, quando é que a passamos para o papel? Eu não me importo de fazer no computador os panfletos e colocar aqui para cada um imprimir e distribuir. Não tenho nenhum programa informático tipo photoshop ou assim para poder fazer uma coisa toda bonita, mas vou tentar fazer o melhor. Até porque convém ser uma coisa simples e apelativa.
Lembrei-me agora, é preciso passar por algum trâmite legal para espalhar panfletos? :?


Não há nada na lei que te impeça de fazer publicidade, desde que não coles cartazes em locais com indicação "proibida afixação" nem difames ninguém ou publicites burlas lol. És livre de distribuir qualquer tipo de panfleto. Tal como várias associações e partidos fazem.
Alguns dos melhores locais são as vitrinas dos cafés, supermercados e outras lojas locais, desde com a devida autorização do dono ou gerente, acaba por ser uma publicidade directa e que influencia bastante! Torna-se também mais fácil e mais barato do que distribuir panfletos de mão-a-mão. :)


A tua ideia é boa, mas para isso teriam de ser cartazes tamanho A3 de modo a chamarem a atenção e para isso já seria necessário recorrer a uma gráfica, enquanto que os panfletos qualquer um de nós facilmente poderia imprimir em casa.
"Se caíres sete vezes, levanta-te oito" (provérbio chinês)
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Re: Campanha anti-pseudotécnicos

Mensagempor Francisco Pena em Segunda, 19 Out 2009 08:43

Já há algum tempo que não posto no fórum, por motivos profissionais e pessoais (embora cá venha espreitar sempre que posso), no entanto, há uns minutos calhei de ver este spam na minha caixa do correio, de uma cara colega Técnica de Farmácia.

Ora, spam é crime, e é preciso estar registado em listas para não o ser.

Ainda se não o fosse, só serve (atenção, apenas serve MESMO) para depois vir a receber mais spam. Seja os viagras, cialis, xanax, ou relógios e roupa falsos, aumentar o apêndice mictório... Tudo coisas que não preciso, felizmente, mas que atrapalham a minha vida pessoal, pois utilizo o correio electrónico como... err... CORREIO ELECTRÓNICO, para receber e enviar CARTAS pessoais e profissionais.

Agora, é do TDT Online a responsabilidade deste spam? Será que incentivo ao lixo electrónico ou ao crime electrónico é punido pela Lei (a tal nova Lei dos crimes informáticos)? Bem, terei de ver, mas como é óbvio não irei processar o Fórum por esta acção, pois apesar de a maioria dos posts serem técnicos a querer ser médicos ou farmacêuticos, há posts de gente séria, de verdadeira utilidade para mim, e para os profissionais que gostem de o ser, apesar de passarem despercebidos aos colegas que aspiram ou presumem ser algo que não são (apesar de o poderem vir a ser, com a formação adequada).


Assim, agradecia que mudassem o meio de divulgação sugerido para um link, uma pergunta num programa de IM, e que o próprio pudesse esclarecer, em vez de entupir a internet com mais lixo electrónico. Porque acredito que a maioria use o correrio electrónico como um depósito de entulho engraçado/inútil, mas há uma grande minoria que utiliza o e-mail para aquilo que ele foi feito, com fins mais úteis do que a gargalhada barata.


Um abraço caros colegas, e uma boa semana.
Francisco Pena
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Re: Campanha anti-pseudotécnicos

Mensagempor Vasco Vieira em Terça, 10 Nov 2009 12:26

boas,

recebi esse email tb ja umas dezenas de vezes...
Pensava que a carta seria mais para fazer chegar a orgaos de comunciacao social e partidos...
Voces acham realmente que alguem que recebe um email de 50 linhas ( Nao sei mas eram muitas..) sobre um tema que lhe toca de quando em quando ou nem tanto, acham que vai ler? Se ê para spamar caixas de email, ao menos temos que ser objectivos e directos...
digo eu...
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Re: Campanha anti-pseudotécnicos

Mensagempor Telma Tavares em Segunda, 25 Jan 2010 22:46

Vasco..será que me podes dar o teu email? não és tu que tas a trablhar no estrangeiro? sou tecnica de anatomia patológica, e gostava mesmo de ir para o estrangeiro.
Telma Tavares
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O existir numa carreira casca de noz com gente de saltos alt

Mensagempor marco_jacinto em Domingo, 26 Set 2010 18:12

Antes de haver pseudo-técnicos há Instituições, pseudo-instituições e não instituições a formá-los. Mais ainda, há colegas sem escrúpulos que em permanente dissonância cognitiva, combatem através organismos contra a massificação e calamidade pedagógica das tecnologias da saúde e do outro lado da barricada vão amealhando uns cobres como “professores ”, quando não estiveram eles mesmos ligados à criação de muitos dos cursos que por aí há em pseudo-Universidades.
Ora bem é importante dizer que já em 1998, muito antes da eclosão desses patos bravos das tecnologias da saúde, se verificava que o rácio de Técnicos de Diagnóstico e Terapêutica formados nas escolas que então existiam assegurava razoavelmente as necessidades do Serviço Nacional de Saúde (SNS).
Já estivemos muito melhor colegas, por pouco tempo mas já estivemos melhor. Senão vejamos:
- Então não foi a partir de dentro das escolas que se inventaram aquelas pseudo-licenciaturas chamadas DESES e CECES? Para servir quem, o quê e com que interesses? E porque é que continuam a ser valorizadas se não são licenciaturas e os que detém esse pseudo-grau académico tiveram que ir fazer o 4º ano para serem licenciados? Enquanto outros com esse pseudo-grau concorreram à época a mestrados em universidades e…entraram!
Ou seja a malta perambulava durante um ano ao sábado pelas escolinhas (o programa devia ser duríssimo) e ficava logo com uma espécie de licenciatura (bem bom, e se somarmos a isto os bacharéis que para alguns tinham calhado no OMO, ui, ui! era o “Novas oportunidades” dos anos 90).
Enfim CESES e DESES foram (e continuam a ser pontuado na carreira, porquê? Quando tanta formação pertinente para a carreira é considerada “não afim” ou “fora do âmbito”) uma formação actualmente inacessível, imoral e sob muitos aspectos ilegal (os politécnicos não podiam à época atribuir Licenciaturas senão por um vazío legal da portaria de integração no ensino superior na criação do Conselho Científico, oportunamente aproveitado!). O que a malta estava a fazer era uma corrida para serem professores do ensino superior pois claro. E por que via? Pela que vinha seguindo essa casta de PSEUDO-DOUTORES a “chamada lei do menor esforço”.
Como entretanto cheirou a esturro depois da notícia do Independente “Diplomas a Saldo” nas tecnologias da saúde, a malta mudou de estratégia, mas não de objectivos, e vai daí ta de montar umas pseudo-licenciaturas em universidades privadas, a estrutura começou por ser apenas uma espécie de segundo ciclo mas daí até oferecer o produto completo foi um saltinho, estava criado o problema do desemprego e da deformação nas Tecnologias da Saúde.
Para mim o principal problema da carreira é o salário, para o grande capital com interesse nas tecnologias da saúde o problema é o mesmo, só que ao contrário!
Desregulamentar e desorganizar é fundamental, e para isso os grandes negócios no sector têm contado com uma preciosa ajuda vinda directamente do interior da Carreira TDT.
Nas palavras de quem nos representa parecemos indivíduos nobilizáveis, dessem-nos apenas um laboratório num vão de escada. Mas na realidade de quem trabalha, tantas vezes sobrecarregado de trabalho, agudiza-se a natureza técnica da actividade numa alienação natural de muitos fundamentos teóricos da nossa actividade e na necessidade dos aprofundar.
É por isso que existem os Técnicos Superiores de Saúde (com Licenciatura de 5 anos mais especialização de 4 anos!) para assumir responsabilidades para as quais não temos a formação adequada, porque somos intelectualmente inferiores? – Não colegas porque a natureza da nossa actividade é diferente, porque as nossas preocupações são muitas e outras.
É para mim central da nossa actividade lutar por salários mais justos, agora anos e anos consumidos a lutar por caprichos e doutorices trouxeram-nos até aqui:
- Nunca houve tanta desemprego na nossa actividade.
- Relação oferta/procura degradou remunerações e vínculos.
- a existência de licenciaturas não diferenciou efectivamente os TDT e continuam a haver grandes défices de formação básica (a minha bitola é a formação que se adquiria no Bacharel em Coimbra nos anos 90, o qual importa dizer que à luz de Bolonha, licenciaturas de 3 anos, é uma Licenciatura. – Mas que grande Bolonhesa que isto é!) .
E pergunto:
- Onde estamos e estivemos nós nas lutas colectivas por aumento de salário?
- Onde estamos e estivemos nós na luta colectiva conta o aumento da idade da reforma e a revisão do regime contributivo?
- Onde estamos e estivemos nós na luta colectiva contra o fim das carreiras?
Sabem onde colegas? Esperando iludidos no tal laboratório de vão de escada, que nos tragam os nossos direitos numa padiola e de caminho mais um canudinho ou um prémio qualquer, mesmo que não seja Nobel de coisa nenhuma, e uma medalhita de bom comportamento. Já alivia a canga.
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Re: Campanha anti-pseudotécnicos

Mensagempor Ed Costa em Terça, 26 Out 2010 15:49

Há muito tempo que estava alheados pois, a Campnha anti-pseudotécnicos, parecia que tinha acabado.Assim só hoje reparei que tinha ressuscitado e chamou-me a atenção a leitura da mensagem, especialmente a parte que reproduzo.

É para mim central da nossa actividade lutar por salários mais justos, agora anos e anos consumidos a lutar por caprichos e doutorices trouxeram-nos até aqui:
- Nunca houve tanta desemprego na nossa actividade.
- Relação oferta/procura degradou remunerações e vínculos.
- a existência de licenciaturas não diferenciou efectivamente os TDT e continuam a haver grandes défices de formação básica (a minha bitola é a formação que se adquiria no Bacharel em Coimbra nos anos 90, o qual importa dizer que à luz de Bolonha, licenciaturas de 3 anos, é uma Licenciatura. – Mas que grande Bolonhesa que isto é!) .
E pergunto:
- Onde estamos e estivemos nós nas lutas colectivas por aumento de salário?
- Onde estamos e estivemos nós na luta colectiva conta o aumento da idade da reforma e a revisão do regime contributivo?
- Onde estamos e estivemos nós na luta colectiva contra o fim das carreiras?
Sabem onde colegas? Esperando iludidos no tal laboratório de vão de escada, que nos tragam os nossos direitos numa padiola e de caminho mais um canudinho ou um prémio qualquer, mesmo que não seja Nobel de coisa nenhuma, e uma medalhita de bom comportamento. Já alivia a canga.

Esperemos que se restabeleça a discussão deste tema especialmente desta parte do post.É necesário atendermos, refletindo sobre as questoes colocadas. É que ,no pouco onde existia alguma empregabilidade,como em Farmácia ,estão a colocar-se questões contra as quais importa lutar .
Fico na expectativa que não esteja novamente,tantos meses sem mensagens.
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Re: Campanha anti-pseudotécnicos

Mensagempor zuppara em Segunda, 07 Nov 2011 19:32

Hoje vi numa farmácia (é mesmo uma farmácia, a parafarmácia fica do lado oposto) dentro de um shopping aquilo que já tinha há muito sugerido, a colega que me atendeu, tinha um crachá ao peito com a sua cédula profissional passada pela ACSS. Fiquei surpreendido pois nunca tinha visto, mas bastante agradado com essa atitude, não haviam colegas por perto para reparar se eles teriam a mesma, mas pelo menos ela usava.
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Re: Campanha anti-pseudotécnicos

Mensagempor Ed Costa em Terça, 08 Nov 2011 15:54

zuppara:efectivamente é positivo que vão aparecendo colegas devidamente identificados,mesmo pela cédula profissional, embora o meu sindicato não o aconselhe, porque se pode correr o risco de se perder ou deteriorar-se. Aliás os sindicatos de profissionais de farmácias já tinham no seu CCT há mais de 20 anos tal previsto ( CLÁUSULA 6.ªDistintivo a emitir pelos mesmos.)
1. Os trabalhadores usarão na bata e sobre o peito, do lado esquerdo, um distintivo a fornecer pelos sindicatos, de onde conste a categoria profissional respectiva.2. A entidade patronal não poderá, sob qualquer forma, opor-se ou obrigar a tal uso.Clausula nº6ª do CCT)
Depois de ter sido tal consagrado pelo 307/2007, passou-se à identificação obrigatória :
( O pessoal que desempenha funções de atendimento ao público nas farmácias deve estar devidamente identificado, mediante o uso de um cartão, contendo o nome e o título profissional-Artigo 32º e punível pelo Artigo 47º Alínea -l.)

Posso mesmo garantir que o SIFAP tem mais de um milhar de cartões emitidos (exemplo na primeira página do seu Portal). Aconteceu no entanto que a ANF com a história da campanha das Farmácias Portuguesas, começou ela a emitir identificativos com a marca afixada, o que levou muitos a descurar a obrigatoriedade do uso de um cartão em que constasse, nome e titulo profissional ( para todos os profissionais mesmo farmacêuticos ), pois ao contrário os outros só têm o nome. Também a APLF, emitiu cartões, ilegalmente tendo em vista o que o CCT dizia com indicação de licenciado na linha do elitismo, que considero improducente, e isto chocou com colegas que não o eram e até farmacêuticos que com esta licenciatura não concordavam (neste aspecto sem razão pelo elitismo contrário). Além disto outro sindicato, baseado na citada norma emitiu também cartões de TAF (categoria sem sustentação legal).
Com tudo isto foi-se descurando este uso, obrigatório e tal foi facilitando ao exercício ilegal, quando todos deviam cumprir esta obrigação pois ela ajuda a distinguir entre o qualificado e o não.
Assim importa todos nos empenharmos na constatação do respeito pela mesma e denunciando todos os casos de incumprimento.
O meu sindicato faz participação sempre que, por exemplo, pela comunicação social verifica casos de não identificação. Aliás existe outro aspecto em que os sindicatos deve estar atentos que é a norma de que todas as farmácia que fazem serviços por turnos (com as 50 h por semana todas o fazem) estarem obrigadas a apresentar ao Infarmed uma lista de todo o pessoal técnico e a respectiva qualificação. Mas aquele oficiou às farmácias chamando a atenção de tal era obrigatório mas só para as que faziam disponibilidade. A contestação a isto está pendente depois de reclamação apresentada, já há meses, depois de o Infarmed, sem sustentação, ter continuado a defender a sua posição. Evidentemente que se entende porque pois assim obrigá-los-ia a ter que actuar quando existisse indicação de não qualificados.
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Re: Campanha anti-pseudotécnicos

Mensagempor nfernandes em Quarta, 04 Jan 2012 23:00

zuppara Escreveu:Hoje vi numa farmácia (é mesmo uma farmácia, a parafarmácia fica do lado oposto) dentro de um shopping aquilo que já tinha há muito sugerido, a colega que me atendeu, tinha um crachá ao peito com a sua cédula profissional passada pela ACSS. Fiquei surpreendido pois nunca tinha visto, mas bastante agradado com essa atitude, não haviam colegas por perto para reparar se eles teriam a mesma, mas pelo menos ela usava.


Boa noite!

Essa utilização evitava situações como a que passo a relatar. Uma familiar minha falou com o médico de família porque tinha que realizar um electrocardiograma. O médico disse-lhe que no consultório dele, a "X" fazia... Ora, a "X" é a recepcionista (que ainda tem a lata de dizer "qualquer um faz um electrocardiograma").

Marquei-o na mesma, cheguei lá, vi que era ela que o ia fazer e pedi-lhe a cédula profissional que, obviamente, não tinha. Escrevi no livro de reclamações (e claro que não fez o exame), mas acho que não é suficiente.

Alguém sabe exactamente para onde devemos enviar a denúncia (morada/correio electrónico da IGAS)?

Cumprimentos.
nfernandes
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Re: Campanha anti-pseudotécnicos

Mensagempor zuppara em Quinta, 05 Jan 2012 09:26

nfernandes Escreveu:Boa noite!

Essa utilização evitava situações como a que passo a relatar. Uma familiar minha falou com o médico de família porque tinha que realizar um electrocardiograma. O médico disse-lhe que no consultório dele, a "X" fazia... Ora, a "X" é a recepcionista (que ainda tem a lata de dizer "qualquer um faz um electrocardiograma").

Marquei-o na mesma, cheguei lá, vi que era ela que o ia fazer e pedi-lhe a cédula profissional que, obviamente, não tinha. Escrevi no livro de reclamações (e claro que não fez o exame), mas acho que não é suficiente.

Alguém sabe exactamente para onde devemos enviar a denúncia (morada/correio electrónico da IGAS)?

Cumprimentos.


E fizeste tu muito bem, a saúde está em primeiro lugar, não há cá lugar para biscateiros.

No mail tenta ser o mais objectivo na informação e indica a morada e nome do estabelecimento.
Ficam os contactos, envia apenas para a ARS da tua região, manda para todos o mesmo mail e com o conhecimento de todos, pois só assim é que começam a trabalhar:

Órgãos nacionais

IGAS - Inspecção-Geral das Actividades em Saúde
Site: http://www.igas.min-saude.pt/
Atendimento presencial na sede (9.00h - 12.30h e 14.00h - 17.00h)
Telf: + 351 21 340 81 00 (9.00h - 17.00h)
Fax: + 351 21 347 18 37
e-mail: igas@igas.min-saude.pt

ERS - Entidade Reguladora da Saúde
Site: http://www.ers.pt/
e-mail: geral@ers.pt
telef: 222092350
fax: 222092351

Horário de Atendimento:
9:00 às 12:30 e
14:00 às 17:30

Autoridade para as condições do trabalho - http://www.act.gov.pt/Contactos.aspx

Direcção-Geral da Saúde

Direcção-Geral da Saúde
Alameda D. Afonso Henriques, 45
1049-005 Lisboa

Tel: 21 843 05 00
Fax: 21 843 05 30
E-mail: geral@dgs.pt

ARS Norte I.P.

Rua de Santa Catarina, 1288
4000-447 Porto
Tel 22 551 24 00 Fax 22 550 98 15
E-Mail arsn@arsnorte.min-saude.pt

Adm. Regional de Saude de Lisboa e Vale do Tejo

Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo, I.P.
Av. Estados Unidos da América, nº 77 - 1749 - 096 Lisboa - Portugal

Tel: +351 21 842 48 00
Fax: +351 21 849 97 23
Email Geral: portal.arslvt@arslvt.min-saude.pt

ARS Algarve I.P.

Largo de São Pedro, n.º 15
8000-148 Faro
Correio - electrónico: arsalgarve[@rroba]arsalgarve.min-saude.pt
Telefone: 289 88 99 00
Fax: 289 81 39 63

ARSAlentejo

Rua do Cicioso nº 18 - Apartado 2027 - 7001-901 Évora
Telefone
266 758 770
Fax
266 735 868
Email: arsa@arsalentejo.min-saude.pt


Alto Comissariado da Saúde - http://www.acs.min-saude.pt/pt/contactos

Administração Central do Sistema de Saúde

Administração Central do Sistema de Saúde
Av. João Crisóstomo, nº 11
1000-177 Lisboa Portugal

Telefone Geral: 21 792 58 00
FAX: 21 792 58 48
email: geral@acss.min-saude.pt
Internet: http://www.acss.min-saude.pt/


Tópico com mais contactos: viewtopic.php?f=4&t=5204
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