Campanha anti-pseudotécnicos

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Campanha anti-pseudotécnicos

Mensagempor zuppara em Segunda, 26 Maio 2008 19:00

Mensagem editada, para conter o texto integral na sua versão final, e a lista de contactos, os quais devemos adicionar também; aquando do envio da mensagem.

Espero q n leves a mal ter modificado a tua mensagem zuparra 8)


Reenvie este email pela sua saúde

Já certamente realizou um qualquer exame complementar de diagnóstico ou uma terapia como por exemplo:

-Análises clínicas;
-Ecocardiograma;
-Electroencefalograma;
-Sessões de fisioterapia;
-Sessões de radioterapia;
-Raios-X;
-Colocação de prótese dentária;
-Sessões de radioterapia;
entre muitos outros.

Estes exames ou tratamentos são realizados por profissionais que pertencem à classe dos Técnicos de Diagnóstico e Terapêutica, uma área da saúde que abrange 18 especialidades:

ANÁLISES CLÍNICAS E SAÚDE PÚBLICA;
ANATOMIA PATOLÓGICA;
AUDIOLOGIA;
CARDIOPNEUMOLOGIA;
DIETÉTICA;
FARMÁCIA;
FISIOTERAPIA;
HIGIENE ORAL;
MEDICINA NUCLEAR;
NEUROFISIOLOGIA;
ORTOPROTESIA;
ORTOPTICA;
PROTESE DENTÁRIA;
RADIOLOGIA;
RADIOTERAPIA;
SAÚDE AMBIENTAL;
TERAPIA DA FALA;
TERAPIA OCUPACIONAL.

Poderá encontrar nos mais diversos meios (clínicas, hospitais, centros de reabilitação, laboratórios...) estes profissionais a trabalhar e a fazer o melhor por si e pela sua saúde!

Certamente quando vai fazer algum destes diversos exames ou tratamentos, do lado de lá, espera alguém competente e profissional, para realizar o seu exame ou tratamento, com a certeza de saber fazer o que é melhor para si.

Diariamente, no ramo da saúde em Portugal, são vários os casos onde a pessoa que se encontra do lado de lá, não é a mais indicada para fazer aquele exame ou tratamento que você necessita. Fruto do desrespeito e total incumprimento das leis instituídas (Decreto-Lei nº 320/99, de 11 de Agosto), muitas unidades de saúde privados (no caso destes violam também o Decreto-Lei 111/2004 de 12 de Maio de 2004), públicos e cooperativos continuam a apostar em mão-de-obra barata, contratando directamente mão-de-obra não qualificada, com 12º ano ou mesmo com outro curso qualquer, sem qualquer tipo de formação na área, habilitação ou conhecimentos de áreas do foro clínico.

Saiba que quando for realizar um dos vários exames complementares de diagnóstico, têm o DIREITO DE EXIGIR que quem o atende é alguém COMPETENTE E HABILITADO para a tarefa, alguém com CERTIFICAÇÃO PROFISSIONAL e o qual você sabe que foi preparado, durante vários anos, nas escolas portuguesas, para o EXERCÍCIO PROFISSIONAL daquela função.
Como tal, você TEM O DIREITO A EXIGIR A IDENTIFICAÇÃO DO PROFISSIONAL QUE VAI REALIZAR O SEU EXAME, portanto não deixe a sua saúde e dos seus em maus alheias!

A cédula profissional, é o único documento existente (um pequeno cartão, em tudo semelhante a um cartão de crédito ou no caso das antigas, semelhante às antigas cartas de condução antigas) que identifica e acredita o profissional à sua frente para realizar o seu exame ou tratamento.
A entidade responsável pela emissão das diferentes cédulas é a Administração Central do Sistema de Saúde (ACSS), um organismo nacional, pertencente ao Ministério da Saúde, que regula e acredita os profissionais da área para a realização de exames complementares de diagnóstico e terapêutica.
Por lei (Decreto-Lei nº 320/99, de 11 de Agosto), os únicos profissionais habilitados para a realização dos diferentes exames complementares de diagnóstico, são apenas os portadores de uma cédula profissional cuja a obtenção está definida por lei e é necessário um curso do ensino superior.

Quem fica a ganhar com isto são várias entidades donas de várias unidades de saúde privadas ou cooperativas, pois metem ao bolso o dinheiro do bom ou mau diagnostico/tratamento do utente, bem como rendimentos extra que não pagam por terem alguém a ganhar o ordenado mínimo.
Quem fica a perder com isto? O utente, com um mau diagnóstico ou um mau tratamento, o país, pela constante sangria de profissionais capacitados e competentes para o estrangeiro à procura daquilo que não encontram por cá, o contribuinte, que vê assim o dinheiro dos seus impostos serem desbaratados, acabando por pagar a formação de profissionais, dos quais outros países vão usufruir, sem custos associados à sua formação.

Os sindicatos há muito que já se queixam disto, mas a Inspecção Geral das Actividades de Saúde (IGAS) continua a fazer orelhas moucas ao lado do Governo.

Já quantos de vocês terão sido vitimas de maus diagnósticos por exames complementares estarem errados ou terem sido mal realizados? Muitos e outros nunca saberão!

A negligência médica e a usurpação de funções ainda constituem crimes na lei portuguesa e não há nada mais precioso que a nossa saúde! Portanto não seja conivente com esta situação. Denuncie sempre todas estas situações, pois as coisas só mudam quando houver queixas suficientes.

Está na altura de agir e para tal PODE e DEVE denunciar todas as irregularidades (más condições de higiene e segurança do local bem como o pessoal desprovido de cédula profissional) junto do IGAS (Inspecção Geral das Actividades de Saúde), ACT (Autoridade para as Condições do Trabalho) ou na policia local (PSP ou GNR).

Faça circular a mensagem para que no futuro todos possamos beneficiar duma saúde melhor, através de técnicos qualificados e reconhecidos pelo Estado.

Reenvie este email pela sua Saúde e a de todos nós por favor.


Juntei também todos os contactos q foram sendo adicionados ao longo de thread, por isso, agora quando formos enviar a mensagem, que ninguém se esqueça também de juntar estes endereços disponíveis em baixo, à sua lista própria de endereços

noticias@jn.pt; jn.online@jn.pt; secdir@jn.pt; secdir@jn.pt; jn.online@jn.pt; grandeporto@jn.pt; grandelisboa@jn.pt; sociedade@jn.pt; pais@jn.pt; secretaria@jn.pt; conselhored@jn.pt; aveiro@jn.pt; braga@jn.pt; coimbra@jn.pt; jnguimaraes@jn.pt; leiria@jn.pt; lisboa@jn.pt; viana@jn.pt; vilareal@jn.pt; viseu@jn.pt; director@expresso.pt; cartas@mail.expresso.pt; cidadaoreporter@expresso.pt; bloco.esquerda@bloco.org; info@mudarportugal.org; mpt@mpt.pt; pcp@pcp.pt; osverdes@mail.telepac.pt; carla.romualdo@gmail.com; partidonovademocracia@gmail.com; cds-pp@cds.pt; ppm.geral@sapo.pt; psd@psd.pt; portal@ps.pt; publico@publico.pt; publicoporto@publico.pt; publicopt@publico.pt; cartasdirector@publico.pt; aptneurofisiologia@sapo.pt; contacto@siconline.pt; atendimento@sic.pt; euvi@tvi.pt; relacoes.publicas@tvi.pt; bigbrother@tvi.pt; rtpmultimedia@rtp.pt; sicatendimento@sic.pt; geral@aptac.pt; aptap@aptap.pt; aptaudiologistas@gmail.com; aptec_norte@iol.pt; aptec.centro@iol.pt; aptec.sede@iol.pt; geral@apdietistas.pt; apfisio@apfisio.pt; geral@apor.com.pt; geral@atarp.pt; info@aptmn.pt; admin@art-radioterapia.com; info@ansa.pt; apterapeutasdafala@aptf.org; presidente@aplf.pt; geral@aplf.pt; cartasdoleitor@dnoticias.pt; secretariado@dnoticias.pt; tribuna@tribunadamadeira.pt; secretariado@jornaldamadeira.pt


N se esqueçam de adicionar estes contactos, se formos muitos a tomar esta atitude, será mais dificil isto passar despercebido...
última vez editado por zuppara s Sexta, 09 Jan 2009 17:21, editado 7 vezes no total
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Re: Campanha anti-pseudotécnicos

Mensagempor Vitor Paiva em Terça, 27 Maio 2008 08:04

Ò zuparra, n seria melhor desenvolver um pouco mais isso e mandar-mos para todos os lados com meios de comunicação sociais???

Claro q a papa n iria toda feita, até pq eles tb modificariam as coisas, mas se calhar sempre os alertaria... E dps sim, poderiamos todos nós reenviar isso para os mesmos meios para fazer pressão. Q dizes?

(Acabei de fazer noite, depois dou-te as minhas ideias :wink: :D)
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Re: Campanha anti-pseudotécnicos

Mensagempor olinda em Terça, 27 Maio 2008 15:01

zuppara Escreveu:Sabia que se for fazer exames complementares de diagnóstico (análises clínicas, radiografias, tac's, ecg's entre outros) pode e deve pedir as credenciais ao técnico?
Estas credenciais consistem numa cédula profissional, cartão plastificado que identifica o profissional e é emitido pela ACSS.

Bom, para começar não esta nada mau, parabéns pela iniciativa zuppara =D> , eu, apenas não "gosto" muito da parte inicial onde dizes que os utentes podem pedir as credenciais ao técnico... Muitos dos utentes vão ficar a pensar que os técnicos agora também podem passar receitas médicas...
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Re: Campanha anti-pseudotécnicos

Mensagempor lilipat em Terça, 27 Maio 2008 16:08

É isso mesmo Zuppara...tem de se começar por algum lado e nós vemos tanta porcaria a circular na net que mais um e-mail que realmente importa não vai fazer diferença a ninguém...

Olinda Escreveu:Bom, para começar não esta nada mau, parabéns pela iniciativa zuppara =D> , eu, apenas não "gosto" muito da parte inicial onde dizes que os utentes podem pedir as credenciais ao técnico... Muitos dos utentes vão ficar a pensar que os técnicos agora também podem passar receitas médicas...


Concordo com a Olinda, é melhor dizer carteira ou cédula profissional...

Quanto ao resto do texto parece-me bem para enviar por e-mail, uma vez que terá de ser uma linguagem mais simples para perceberem. Agora, se for para enviar para a Comunicação Social é melhor ser mais desenvolvido e até quiçá com o apoio de algum dos sindicatos.
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Re: Campanha anti-pseudotécnicos

Mensagempor zuppara em Terça, 27 Maio 2008 19:01

Está melhor agora?
Mesmo para jornais, pode ser sempre enviado para o cantinho "cartas do leitor". :D
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Re: Campanha anti-pseudotécnicos

Mensagempor Nuno Marques em Terça, 27 Maio 2008 21:30

está com muito bom aspecto :wink:
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Re: Campanha anti-pseudotécnicos

Mensagempor lilipat em Quarta, 28 Maio 2008 16:05

zuppara Escreveu:Está melhor agora?
Mesmo para jornais, pode ser sempre enviado para o cantinho "cartas do leitor".


Sim, assim já está melhor...bom trabalho =D>
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Re: Campanha anti-pseudotécnicos

Mensagempor olinda em Quarta, 28 Maio 2008 17:33

Vitor Paiva Escreveu: (Acabei de fazer noite, depois dou-te as minhas ideias :wink: :D)

Então fizeste outra vez noite?! Estão a demorar as tuas ideias ! :)
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Re: Campanha anti-pseudotécnicos

Mensagempor zuppara em Quarta, 28 Maio 2008 18:35

Vitor Paiva Escreveu:Ò zuparra, n seria melhor desenvolver um pouco mais isso e mandar-mos para todos os lados com meios de comunicação sociais???

Claro q a papa n iria toda feita, até pq eles tb modificariam as coisas, mas se calhar sempre os alertaria... E dps sim, poderiamos todos nós reenviar isso para os mesmos meios para fazer pressão. Q dizes?

(Acabei de fazer noite, depois dou-te as minhas ideias :wink: :D)


Eu fico à espera então das ideias, temos é que agir com alguma celeridade, pois está aí à porta mais uma fornada de pessoal formado, seja em análises, seja nos cursos concorrentes que já sabemos... Isto elevará a concorrência e claro aumentará também o numero de novos indivíduos ligados ao tráfico de influências (cunhas), diminuindo assim a probabilidade ou mesmo eliminando-a, de muitos de nós que cá andam para arranjar emprego.
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Re: Campanha anti-pseudotécnicos

Mensagempor Vitor Paiva em Quarta, 28 Maio 2008 21:30

Tens de enfatizar qual o valor real do diploma no mercado de trabalho português? Em jeito de interrogação, como que se esperasses uma resposta que estivessem a pensar do lado de lá.

Referir que actualmente se gasta dinheiro para formação de profissional profissionalmente competente e preparado teoricamente para desempenhar os cargos e para atender o utente da melhor maneira possível

E só dps perguntas algo como: para quê formar, gastar recursos, se depois em termos empresariais não há um aproveitamento destes recursos. Que desenvolvimento pode o país querer quando, entre outros, as clínicas são as primeiras a não dar o exemplo de utilização dos profissionais competentes, preferindo o empregado barato, submisso e sem espírito crítico, ao profissional com preparação teórica, formação prático, e metodologia de trabalho e de estudo.

Tens de explicar um bocadinho melhor o que são os meios complementares de diagnóstico. Se calhar dás primeiros os exemplos e só depois explicas o que são.
Dps separas. Referes que geralmente o pessoal habilitado está identificado, e só dps dizes quem certifica e q é obrigatória essa certificação. Por fim: TEM o DIREITO DE EXIGIR QUE QUEM O ATENDA ESTEJA CERTIFICADO (ou algo assim)


Podes explicar também que há mtos profissionais que n são absorvidos pq n têem onde trabalhar, pq as vagas deles são ocupadas por pessoal inexperiente e não preparado


Na parte dos maus diagnósticos. Pergunta tb quantas vezes n teve de repetir o estudo pq este tinha sido mal feito e refere também, tornando a gastar mais dinheiro do seu bolso...

A parte final parece boa...

Mas mais uma vez: é diferente se for para reencaminhar para mails, ou se for feita tipo manifesto. No último caso dps da ideia trabalhado, podia-se fazer um mass mail para os orgãos de publicação todos.

Isso seria fixe :D
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Re: Campanha anti-pseudotécnicos

Mensagempor zuppara em Quarta, 28 Maio 2008 22:14

Vitor Paiva Escreveu:Tens de enfatizar qual o valor real do diploma no mercado de trabalho português? Em jeito de interrogação, como que se esperasses uma resposta que estivessem a pensar do lado de lá.

Referir que actualmente se gasta dinheiro para formação de profissional profissionalmente competente e preparado teoricamente para desempenhar os cargos e para atender o utente da melhor maneira possível

E só dps perguntas algo como: para quê formar, gastar recursos, se depois em termos empresariais não há um aproveitamento destes recursos. Que desenvolvimento pode o país querer quando, entre outros, as clínicas são as primeiras a não dar o exemplo de utilização dos profissionais competentes, preferindo o empregado barato, submisso e sem espírito crítico, ao profissional com preparação teórica, formação prático, e metodologia de trabalho e de estudo.

Tens de explicar um bocadinho melhor o que são os meios complementares de diagnóstico. Se calhar dás primeiros os exemplos e só depois explicas o que são.
Dps separas. Referes que geralmente o pessoal habilitado está identificado, e só dps dizes quem certifica e q é obrigatória essa certificação. Por fim: TEM o DIREITO DE EXIGIR QUE QUEM O ATENDA ESTEJA CERTIFICADO (ou algo assim)


Podes explicar também que há mtos profissionais que n são absorvidos pq n têem onde trabalhar, pq as vagas deles são ocupadas por pessoal inexperiente e não preparado


Na parte dos maus diagnósticos. Pergunta tb quantas vezes n teve de repetir o estudo pq este tinha sido mal feito e refere também, tornando a gastar mais dinheiro do seu bolso...

A parte final parece boa...

Mas mais uma vez: é diferente se for para reencaminhar para mails, ou se for feita tipo manifesto. No último caso dps da ideia trabalhado, podia-se fazer um mass mail para os orgãos de publicação todos.

Isso seria fixe :D


Não era mais fácil partires do que já criei e adicionares as tuas ideias, mostrares aqui e ver a reacção geral?
Uma coisa és tu a fazer exactamente como queres, outra é esperares que façam como queres. lol
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Re: Campanha anti-pseudotécnicos

Mensagempor Vitor Paiva em Quarta, 28 Maio 2008 23:12

zuppara Escreveu:
Vitor Paiva Escreveu:Tens de enfatizar qual o valor real do diploma no mercado de trabalho português? Em jeito de interrogação, como que se esperasses uma resposta que estivessem a pensar do lado de lá.

Referir que actualmente se gasta dinheiro para formação de profissional profissionalmente competente e preparado teoricamente para desempenhar os cargos e para atender o utente da melhor maneira possível

E só dps perguntas algo como: para quê formar, gastar recursos, se depois em termos empresariais não há um aproveitamento destes recursos. Que desenvolvimento pode o país querer quando, entre outros, as clínicas são as primeiras a não dar o exemplo de utilização dos profissionais competentes, preferindo o empregado barato, submisso e sem espírito crítico, ao profissional com preparação teórica, formação prático, e metodologia de trabalho e de estudo.

Tens de explicar um bocadinho melhor o que são os meios complementares de diagnóstico. Se calhar dás primeiros os exemplos e só depois explicas o que são.
Dps separas. Referes que geralmente o pessoal habilitado está identificado, e só dps dizes quem certifica e q é obrigatória essa certificação. Por fim: TEM o DIREITO DE EXIGIR QUE QUEM O ATENDA ESTEJA CERTIFICADO (ou algo assim)


Podes explicar também que há mtos profissionais que n são absorvidos pq n têem onde trabalhar, pq as vagas deles são ocupadas por pessoal inexperiente e não preparado


Na parte dos maus diagnósticos. Pergunta tb quantas vezes n teve de repetir o estudo pq este tinha sido mal feito e refere também, tornando a gastar mais dinheiro do seu bolso...

A parte final parece boa...

Mas mais uma vez: é diferente se for para reencaminhar para mails, ou se for feita tipo manifesto. No último caso dps da ideia trabalhado, podia-se fazer um mass mail para os orgãos de publicação todos.

Isso seria fixe :D


Não era mais fácil partires do que já criei e adicionares as tuas ideias, mostrares aqui e ver a reacção geral?
Uma coisa és tu a fazer exactamente como queres, outra é esperares que façam como queres. lol




:oops: :oops: :oops:

I see what you're doing there :o

Eu vou tentar, mas vai demorar um dia ou 2... :roll:
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Re: Campanha anti-pseudotécnicos

Mensagempor CarlaMartins em Quinta, 29 Maio 2008 14:05

Hey!! A minha cédula não é um cartão plastificado! [-X As novas é que são assim, não se esqueçam que há Técnicos com cédulas há mais tempo. Talvez seja melhor só referires que têm de possuir Cédula Profissional autorizada pelo Ministério da Saúde. :wink:
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Re: Campanha anti-pseudotécnicos

Mensagempor lilipat em Quinta, 29 Maio 2008 14:51

Vitor Paiva Escreveu:E só dps perguntas algo como: para quê formar, gastar recursos, se depois em termos empresariais não há um aproveitamento destes recursos. Que desenvolvimento pode o país querer quando, entre outros, as clínicas são as primeiras a não dar o exemplo de utilização dos profissionais competentes, preferindo o empregado barato, submisso e sem espírito crítico, ao profissional com preparação teórica, formação prático, e metodologia de trabalho e de estudo.


Aqui (se acharem que o texto não está grande demais) neste ponto pode referir-se o exemplo dos emigrantes de leste que estão em Portugal a trabalhar na construção, mas a grande maioria tem cursos superiores...reforçar que nesses países também se apostava muito na formação, mas que depois não lhes davam oportunidades para trabalhar...e é o que está a acontecer aqui em Portugal também...
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Re: Campanha anti-pseudotécnicos

Mensagempor zuppara em Quinta, 29 Maio 2008 18:49

CarlaMartins Escreveu:Hey!! A minha cédula não é um cartão plastificado! [-X As novas é que são assim, não se esqueçam que há Técnicos com cédulas há mais tempo. Talvez seja melhor só referires que têm de possuir Cédula Profissional autorizada pelo Ministério da Saúde. :wink:


Ok já alterei isso então!
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Re: Campanha anti-pseudotécnicos

Mensagempor maumaria em Quinta, 29 Maio 2008 21:39

Ok Zuppara, óptima ideia, quando tiveres isso pronto avisa-me que eu quero uma cópia desse aviso para afixar aqui no centro de saúde da minha zona. As pessoas aqui são meias atrasadas e é para lerem e abrirem os olhos, para saberem estar bem informadas.
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Re: Campanha anti-pseudotécnicos

Mensagempor zuppara em Quinta, 29 Maio 2008 21:57

maumaria Escreveu:Ok Zuppara, óptima ideia, quando tiveres isso pronto avisa-me que eu quero uma cópia desse aviso para afixar aqui no centro de saúde da minha zona. As pessoas aqui são meias atrasadas e é para lerem e abrirem os olhos, para saberem estar bem informadas.


Da minha parte está feita, alias até já comecei enviei por mail, no entanto se houverem mais criticas novas alterações se farão.
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Re: Campanha anti-pseudotécnicos

Mensagempor Vitor Paiva em Sábado, 31 Maio 2008 11:53

Já alguma vez precisou de tirar um raio-x? E de fazer análises ao sangue? Conhece alguém que tenha realizado um electrocardiograma?
E sabe por quem são esses exames realizados???
Pois! Por Técnicos de Diagnóstico e Terapêutica, e de várias especialidades. Fisioterapeutas, radiologistas, analistas clínicos (isto está certo? são analistas clínicos?), entre outros, são as pessoas que estão à sua espera nos Hospitais, ou então nas diversas clínicas e laboratórios, à sua disposição pelo país.

Pois é. Quando vai fazer algum destes diversos exames, do lado de lá, deve sempre esperar que esteja alguém competente, profissional, e que vai realizar o seu exame, com a certeza de saber fazer o que é melhor para si.

Anualmente, no ensino superior português, são formados os futuros profissionais da área que, mais tarde, o irão servir nos diversos estabelecimentos de saúde. Todos os anos, o estado português investe milhares de euros, na criação de profissionais da saúde altamente especializados, que são preparados para melhor o diagnosticar, e melhor o tratar, com qualidade, e segurança.

No entanto, a qualidade, a segurança de diagnóstico e o profissionalismo têm um preço.
Por causa disso, muitas clínicas particulares de saúde, muitos laboratórios, muitos ginásios de reabilitação (é assim não é???) optam, ao contrário do superior interesse do utente, por contratar pessoal sem qualificações, sem preparação, e sem sentido-de-causa, para a realização dos diferentes exames de diagnóstico. Diariamente, no ramo da saúde em Portugal, são vários os casos onde a pessoa que se encontra do lado de lá, não é a mais indicada para fazer aquele exame que você necessita. Como consequência, o utente fica numa situação de insegurança, de risco, e de falta de fiabilidiade dos exames realizados. Este erro acarreta custos ecómicos, e pessoais, que advêm de um diagnóstico mal realizado, de um tratamento mal efectuado.

Saiba que quando for realizar um dos vários exames complementares de diagnóstico, têm o DIREITO DE EXIGIR que quem o atende é alguém COMPETENTE E HABILITADO PARA A TAREFA, alguém com CERTIFICAÇÃO PROFISSIONAL, e o qual você sabe que foi preparado, durante vários anos, nas escolas portuguesas, para o EXERCÍCIO PROFISSIONAL daquela função.
Como tal, você tem o DIREITO A EXIGIR A IDENTIFICAÇÃO DO PROFISSIONAL QUE VAI REALIZAR O SEU EXAME.

Como??? Através da cédula profissional, único documento existente (um pequeno cartão, em tudo semelhante a um cartão de crédito) que identifica e acredita o profissional à sua frente para realizar o seu exame.
A entidade responsável pela emissão das diferentes cédulas é a administração central do sistema de saúde (ACSS), um organismo nacional que regula e acredita os profissionais da área para a realização de exames complementares de diagnóstico.
Por lei (Decreto-Lei nº 320/99, de 11 de Agosto bem como o Decreto-Lei 111/2004 de 12 de Maio de 2004), os únicos profissionais habilitados para a realização dos diferentes exames complementares de diagnóstico, são os profissionais portadores de um curso superior, com o qual se podem candidatar ao exercício de funções nas diferentes insituições de saúde, para melhor servirem o utente, e a saúde em portugal.

No entanto, fruto do desrespeito e total incumprimento das leis instituidas (Decreto-Lei nº 320/99, de 11 de Agosto bem como o Decreto-Lei 111/2004 de 12 de Maio de 2004), muitas clínicas e labotarórios privados continuam a apostar em mão-de-obra barata, contratando directamente mão de obra não qualificada, com 12º ano, ou menos, sem qualquer tipo de formação, habilitação ou conhecimentos de áreas do foro clínico. Formação essa que é adquirida pelos nossos jovens estudantes que decidem ingressar no ensino superior à procura de um curso e de uma habilitação com que mais tarde, melhor pretendem servir o país, e o utente...

Infelizmente, á custa dessa situação, muitos desses profissionais capacitados, acabam por emigrar á procura de melhores oportunidades ou, ainda pior, não arranjarem trabalho na área para a qual estudaram e se prepararam.
E assim vai o país, gastando recursos vitais a formar profissionais que não são rentabilizados, e que vão mesmo ingressar em instituições no estrangeiro, que lhes acabam por dar as condições e as capacidades que muitas das vezes não conseguem, ou lhes negam a encontrar por cá.

Quem fica a ganhar com isto são várias entidades donas de várias clínicas e laboratórios, pois metem ao bolso o dinheiro do bom ou mau diagnostico do utente, bem como rendimentos extra que não pagam por terem alguém a ganhar o ordenado mínimo.
Quem fica a perder com isto? O utente, com um mau diagnóstico, o país, pela constante sangria de profissionais capacitados e competentes para o estrangeiro á procura daquilo que não encontram por cá, e o contribuinte, que vê assim o dinheiro dos seus impostos serem desbaratados, acabando por pagar a formação de profissionais, dos quais outros países vão usufruir, sem custos associados à sua formação.

Os sindicatos há muito que já se queixam disto, mas a Inspecção Geral das Actividades de Saúde (IGAS) continua a fazer orelhas moucas...

Já quantos de vocês terão sido vitimas de maus diagnósticos por exames complementares estarem errados ou terem sido mal realizados? Muitos e outros nunca saberão!

A negligência médica e a usurpação de funções ainda constituem crimes na lei portuguesa e não há nada mais precioso que a nossa saúde! Portanto não seja conivente com esta situação. Denuncie sempre todas estas situações, pois as coisas só mudam quando houver queixas suficientes.

A sua denúncia pode ser apresentada junto do IGAS (Inspecção Geral das Actividades de Saúde), ACT (Autoridade para as Condições do Trabalho) ou na policia local (PSP ou GNR).

Faça circular a mensagem para que no futuro todos possamos beneficiar duma saúde melhor, através de técnicos qualificados e reconhecidos pelo Estado.



Que tal Zuparra?

Acho que ainda assim está um bocadinho fraca, e repetitiva em algumas partes, pois falo sempre em Exames complementares de diagnóstico aqui e ali várias vezes, misturo uma ou outra coisa... E acho q ainda pode ser melhorada...

No geral, penso ter aplicado aqui, as ideias que te sugeri, mas acho que ainda pode ser um bocadinho melhorado. Pelo menos em termos de formatação e apresentação do texto.

Que dizes? Que sugeres?
Vitor Paiva
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Re: Campanha anti-pseudotécnicos

Mensagempor zuppara em Sábado, 31 Maio 2008 14:20

Vitor Paiva Escreveu:
Já certamente realizou pelo menos um exame complementar de diagnóstico como é o caso das analises ao sangue, urina, fezes, electrocardiogramas, provas de esforço, acuidade visual, sessões de fisioterapia, entre muitos outros. Estes exames são realizados por Técnicos de Diagnóstico e Terapêutica, de várias especialidades como: fisioterapeutas, radiologia, analises clínicas, ortóptica, entre outros, estes são os profissionais que estão à sua espera nos Hospitais, ou então nas diversas clínicas e laboratórios, à sua disposição pelo país.

Pois é. Quando vai fazer algum destes diversos exames, do lado de lá, espera alguém competente, profissional, para realizar o seu exame, com a certeza de saber fazer o que é melhor para si.

Anualmente, no ensino superior português, são formados os futuros profissionais da área que, mais tarde, o irão servir nos diversos estabelecimentos de saúde. Todos os anos, o estado português investe milhares de euros, na criação de profissionais da saúde altamente especializados, que são preparados para melhor o diagnosticar, melhor o tratar, com qualidade e segurança.

No entanto, a qualidade, a segurança de diagnóstico e o profissionalismo têm um preço.
Por causa disso, muitas unidades de saúde optam, ao contrário do superior interesse do utente, por contratar pessoal sem qualificações, sem preparação, e sem sentido-de-causa, para a realização dos diferentes exames de diagnóstico. Diariamente, no ramo da saúde em Portugal, são vários os casos onde a pessoa que se encontra do lado de lá, não é a mais indicada para fazer aquele exame que você necessita. Como consequência, o utente fica numa situação de insegurança, de risco, e de falta de fiabilidade dos exames realizados. Este erro acarreta custos económicos e pessoais, que advêm de um diagnóstico mal realizado ou de um tratamento mal efectuado.

Saiba que quando for realizar um dos vários exames complementares de diagnóstico, têm o DIREITO DE EXIGIR que quem o atende é alguém COMPETENTE E HABILITADO PARA A TAREFA, alguém com CERTIFICAÇÃO PROFISSIONAL, e o qual você sabe que foi preparado, durante vários anos, nas escolas portuguesas, para o EXERCÍCIO PROFISSIONAL daquela função.
Como tal, você tem o DIREITO A EXIGIR A IDENTIFICAÇÃO DO PROFISSIONAL QUE VAI REALIZAR O SEU EXAME.

Como? Através da cédula profissional, único documento existente (um pequeno cartão, em tudo semelhante a um cartão de crédito) que identifica e acredita o profissional à sua frente para realizar o seu exame.
A entidade responsável pela emissão das diferentes cédulas é a Administração Central do Sistema de Saúde (ACSS), um organismo nacional, pertencente ao Ministério da Saúde, que regula e acredita os profissionais da área para a realização de exames complementares de diagnóstico e terapêutica.
Por lei (Decreto-Lei nº 320/99, de 11 de Agosto), os únicos profissionais habilitados para a realização dos diferentes exames complementares de diagnóstico, são os profissionais portadores de um curso superior, com o qual se podem candidatar ao exercício de funções nas diferentes instituições de saúde, para melhor servirem o utente, e a saúde em Portugal.

No entanto, fruto do desrespeito e total incumprimento das leis instituídas (Decreto-Lei nº 320/99, de 11 de Agosto bem como o Decreto-Lei 111/2004 de 12 de Maio de 2004), muitas clínicas e laboratórios privados, públicos e cooperativos continuam a apostar em mão-de-obra barata, contratando directamente mão-de-obra não qualificada, com 12º ano ou mesmo com outro curso qualquer, mas sem qualquer tipo de formação na área, habilitação ou conhecimentos de áreas do foro clínico.

Infelizmente, à custa dessa situação, muitos desses profissionais capacitados, acabam por trabalhar em empresas ou serviços cujos postos de trabalho apenas requerem o 12º ano. Ou ainda pior, ficam no desemprego por longos meses, frustrados e desiludidos.
E assim vai o país, gastando recursos vitais a formar profissionais que não são rentabilizados, e que alguns vão mesmo ingressar em instituições no estrangeiro, que lhes acabam por dar as condições e as capacidades que muitas das vezes não conseguem, ou lhes negam a encontrar por cá.

Quem fica a ganhar com isto são várias entidades donas de várias unidades de saúde privadas ou cooperativas, pois metem ao bolso o dinheiro do bom ou mau diagnostico do utente, bem como rendimentos extra que não pagam por terem alguém a ganhar o ordenado mínimo.
Quem fica a perder com isto? O utente, com um mau diagnóstico, o país, pela constante sangria de profissionais capacitados e competentes para o estrangeiro á procura daquilo que não encontram por cá, e o contribuinte, que vê assim o dinheiro dos seus impostos serem desbaratados, acabando por pagar a formação de profissionais, dos quais outros países vão usufruir, sem custos associados à sua formação.

Os sindicatos há muito que já se queixam disto, mas a Inspecção Geral das Actividades de Saúde (IGAS) continua a fazer orelhas moucas...

Já quantos de vocês terão sido vitimas de maus diagnósticos por exames complementares estarem errados ou terem sido mal realizados? Muitos e outros nunca saberão!

A negligência médica e a usurpação de funções ainda constituem crimes na lei portuguesa e não há nada mais precioso que a nossa saúde! Portanto não seja conivente com esta situação. Denuncie sempre todas estas situações, pois as coisas só mudam quando houver queixas suficientes.

A sua denúncia pode ser apresentada junto do IGAS (Inspecção Geral das Actividades de Saúde), ACT (Autoridade para as Condições do Trabalho) ou na policia local (PSP ou GNR).

Faça circular a mensagem para que no futuro todos possamos beneficiar duma saúde melhor, através de técnicos qualificados e reconhecidos pelo Estado.



Que tal Zuparra?

Acho que ainda assim está um bocadinho fraca, e repetitiva em algumas partes, pois falo sempre em Exames complementares de diagnóstico aqui e ali várias vezes, misturo uma ou outra coisa... E acho q ainda pode ser melhorada...

No geral, penso ter aplicado aqui, as ideias que te sugeri, mas acho que ainda pode ser um bocadinho melhorado. Pelo menos em termos de formatação e apresentação do texto.

Que dizes? Que sugeres?


Já alterei o texto em vários pontos, analista clínico não existe oficialmente, mas sim técnico de ACSP. Portanto não vamos estar a usar coisas não reconhecidas oficialmente, para que terceiros as possam usar contra nós.
Cortei algumas repetições e uma parte em que focavas o decreto lei de 2004, uma vez que isso apenas se aplica ao privado e não ao que define um técnico qualificado.
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Re: Campanha anti-pseudotécnicos

Mensagempor Nuno Marques em Sábado, 31 Maio 2008 15:16

Por lei (Decreto-Lei nº 320/99, de 11 de Agosto), os únicos profissionais habilitados para a realização dos diferentes exames complementares de diagnóstico, são os profissionais portadores de um curso superior, com o qual se podem candidatar ao exercício de funções nas diferentes instituições de saúde, para melhor servirem o utente, e a saúde em Portugal.


creio que neste parágrafo convinha não restringir apenas aos detentores de curso superior, mas sim a quem possui cédula profissional, mencionando que actualmente apenas quem tivesse formação académica superior poderia aceder à categoria de TDT.
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Re: Campanha anti-pseudotécnicos

Mensagempor zuppara em Sábado, 31 Maio 2008 21:15

zuppara Escreveu:Já certamente realizou pelo menos um exame complementar de diagnóstico como é o caso das analises ao sangue, urina, fezes, electrocardiogramas, provas de esforço, acuidade visual, sessões de fisioterapia, entre muitos outros. Estes exames são realizados por Técnicos de Diagnóstico e Terapêutica, de várias especialidades como: fisioterapeutas, radiologia, analises clínicas, ortóptica, entre outros, estes são os profissionais que estão à sua espera nos Hospitais, ou então nas diversas clínicas e laboratórios, à sua disposição pelo país.

Pois é. Quando vai fazer algum destes diversos exames, do lado de lá, espera alguém competente, profissional, para realizar o seu exame, com a certeza de saber fazer o que é melhor para si.

Anualmente, no ensino superior português, são formados os futuros profissionais da área que, mais tarde, o irão servir nos diversos estabelecimentos de saúde. Todos os anos, o estado português investe milhares de euros, na criação de profissionais da saúde altamente especializados, que são preparados para melhor o diagnosticar, melhor o tratar, com qualidade e segurança.

No entanto, a qualidade, a segurança de diagnóstico e o profissionalismo têm um preço.
Por causa disso, muitas unidades de saúde optam, ao contrário do superior interesse do utente, por contratar pessoal sem qualificações, sem preparação, e sem sentido-de-causa, para a realização dos diferentes exames de diagnóstico. Diariamente, no ramo da saúde em Portugal, são vários os casos onde a pessoa que se encontra do lado de lá, não é a mais indicada para fazer aquele exame que você necessita. Como consequência, o utente fica numa situação de insegurança, de risco, e de falta de fiabilidade dos exames realizados. Este erro acarreta custos económicos e pessoais, que advêm de um diagnóstico mal realizado ou de um tratamento mal efectuado.

Saiba que quando for realizar um dos vários exames complementares de diagnóstico, têm o DIREITO DE EXIGIR que quem o atende é alguém COMPETENTE E HABILITADO PARA A TAREFA, alguém com CERTIFICAÇÃO PROFISSIONAL, e o qual você sabe que foi preparado, durante vários anos, nas escolas portuguesas, para o EXERCÍCIO PROFISSIONAL daquela função.
Como tal, você tem o DIREITO A EXIGIR A IDENTIFICAÇÃO DO PROFISSIONAL QUE VAI REALIZAR O SEU EXAME.

Como? Através da cédula profissional, único documento existente (um pequeno cartão, em tudo semelhante a um cartão de crédito) que identifica e acredita o profissional à sua frente para realizar o seu exame.
A entidade responsável pela emissão das diferentes cédulas é a Administração Central do Sistema de Saúde (ACSS), um organismo nacional, pertencente ao Ministério da Saúde, que regula e acredita os profissionais da área para a realização de exames complementares de diagnóstico e terapêutica.
Por lei (Decreto-Lei nº 320/99, de 11 de Agosto), os únicos profissionais habilitados para a realização dos diferentes exames complementares de diagnóstico, são apenas portadores de uma cédula profissional e actualmente devem ser também detentores um curso superior, com o qual se podem candidatar ao exercício de funções nas diferentes instituições de saúde, para melhor servirem o utente, e a saúde em Portugal.

No entanto, fruto do desrespeito e total incumprimento das leis instituídas (Decreto-Lei nº 320/99, de 11 de Agosto bem como o Decreto-Lei 111/2004 de 12 de Maio de 2004), muitas clínicas e laboratórios privados, públicos e cooperativos continuam a apostar em mão-de-obra barata, contratando directamente mão-de-obra não qualificada, com 12º ano ou mesmo com outro curso qualquer, mas sem qualquer tipo de formação na área, habilitação ou conhecimentos de áreas do foro clínico.

Infelizmente, à custa dessa situação, muitos desses profissionais capacitados, acabam por trabalhar em empresas ou serviços cujos postos de trabalho apenas requerem o 12º ano. Ou ainda pior, ficam no desemprego por longos meses, frustrados e desiludidos.
E assim vai o país, gastando recursos vitais a formar profissionais que não são rentabilizados, e que alguns vão mesmo ingressar em instituições no estrangeiro, que lhes acabam por dar as condições e as capacidades que muitas das vezes não conseguem, ou lhes negam a encontrar por cá.

Quem fica a ganhar com isto são várias entidades donas de várias unidades de saúde privadas ou cooperativas, pois metem ao bolso o dinheiro do bom ou mau diagnostico do utente, bem como rendimentos extra que não pagam por terem alguém a ganhar o ordenado mínimo.
Quem fica a perder com isto? O utente, com um mau diagnóstico, o país, pela constante sangria de profissionais capacitados e competentes para o estrangeiro á procura daquilo que não encontram por cá, e o contribuinte, que vê assim o dinheiro dos seus impostos serem desbaratados, acabando por pagar a formação de profissionais, dos quais outros países vão usufruir, sem custos associados à sua formação.

Os sindicatos há muito que já se queixam disto, mas a Inspecção Geral das Actividades de Saúde (IGAS) continua a fazer orelhas moucas...

Já quantos de vocês terão sido vitimas de maus diagnósticos por exames complementares estarem errados ou terem sido mal realizados? Muitos e outros nunca saberão!

A negligência médica e a usurpação de funções ainda constituem crimes na lei portuguesa e não há nada mais precioso que a nossa saúde! Portanto não seja conivente com esta situação. Denuncie sempre todas estas situações, pois as coisas só mudam quando houver queixas suficientes.

A sua denúncia pode ser apresentada junto do IGAS (Inspecção Geral das Actividades de Saúde), ACT (Autoridade para as Condições do Trabalho) ou na policia local (PSP ou GNR).

Faça circular a mensagem para que no futuro todos possamos beneficiar duma saúde melhor, através de técnicos qualificados e reconhecidos pelo Estado.


Pronto já está alterado.
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Re: Campanha anti-pseudotécnicos

Mensagempor CarlaMartins em Domingo, 01 Jun 2008 08:32

Volto a referir que nem todas as cédulas são "um pequeno cartão, em tudo semelhante a um cartão de crédito". As antigas são semelhantes às antigas cartas de condução, mas brancas e só com uma dobra.
Wouldn't it be easier just to humor me?
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Re: Campanha anti-pseudotécnicos

Mensagempor zuppara em Domingo, 01 Jun 2008 11:23

zuppara Escreveu:Já certamente realizou pelo menos um exame complementar de diagnóstico como é o caso das analises ao sangue, urina, fezes, electrocardiogramas, provas de esforço, acuidade visual, sessões de fisioterapia, entre muitos outros. Estes exames são realizados por Técnicos de Diagnóstico e Terapêutica, de várias especialidades como: fisioterapeutas, radiologia, analises clínicas, ortóptica, entre outros, estes são os profissionais que estão à sua espera nos Hospitais, ou então nas diversas clínicas e laboratórios, à sua disposição pelo país.

Pois é. Quando vai fazer algum destes diversos exames, do lado de lá, espera alguém competente, profissional, para realizar o seu exame, com a certeza de saber fazer o que é melhor para si.

Anualmente, no ensino superior português, são formados os futuros profissionais da área que, mais tarde, o irão servir nos diversos estabelecimentos de saúde. Todos os anos, o estado português investe milhares de euros, na criação de profissionais da saúde altamente especializados, que são preparados para melhor o diagnosticar, melhor o tratar, com qualidade e segurança.

No entanto, a qualidade, a segurança de diagnóstico e o profissionalismo têm um preço.
Por causa disso, muitas unidades de saúde optam, ao contrário do superior interesse do utente, por contratar pessoal sem qualificações, sem preparação, e sem sentido de causa, para a realização dos diferentes exames de diagnóstico. Diariamente, no ramo da saúde em Portugal, são vários os casos onde a pessoa que se encontra do lado de lá, não é a mais indicada para fazer aquele exame que você necessita. Como consequência, o utente fica numa situação de insegurança, de risco, e de falta de fiabilidade dos exames realizados. Este erro acarreta custos económicos e pessoais, que advêm de um diagnóstico mal realizado ou de um tratamento mal efectuado.

Saiba que quando for realizar um dos vários exames complementares de diagnóstico, têm o DIREITO DE EXIGIR que quem o atende é alguém COMPETENTE E HABILITADO PARA A TAREFA, alguém com CERTIFICAÇÃO PROFISSIONAL, e o qual você sabe que foi preparado, durante vários anos, nas escolas portuguesas, para o EXERCÍCIO PROFISSIONAL daquela função.
Como tal, você tem o DIREITO A EXIGIR A IDENTIFICAÇÃO DO PROFISSIONAL QUE VAI REALIZAR O SEU EXAME.

Como? Através da cédula profissional, único documento existente (um pequeno cartão, em tudo semelhante a um cartão de crédito ou no caso das antigas, semelhante às antigas cartas de condução) que identifica e acredita o profissional à sua frente para realizar o seu exame.
A entidade responsável pela emissão das diferentes cédulas é a Administração Central do Sistema de Saúde (ACSS), um organismo nacional, pertencente ao Ministério da Saúde, que regula e acredita os profissionais da área para a realização de exames complementares de diagnóstico e terapêutica.
Por lei (Decreto-Lei nº 320/99, de 11 de Agosto), os únicos profissionais habilitados para a realização dos diferentes exames complementares de diagnóstico, são apenas portadores de uma cédula profissional e actualmente devem ser também detentores um curso superior, com o qual se podem candidatar ao exercício de funções nas diferentes instituições de saúde, para melhor servirem o utente, e a saúde em Portugal.

No entanto, fruto do desrespeito e total incumprimento das leis instituídas (Decreto-Lei nº 320/99, de 11 de Agosto bem como o Decreto-Lei 111/2004 de 12 de Maio de 2004), muitas clínicas e laboratórios privados, públicos e cooperativos continuam a apostar em mão-de-obra barata, contratando directamente mão-de-obra não qualificada, com 12º ano ou mesmo com outro curso qualquer, mas sem qualquer tipo de formação na área, habilitação ou conhecimentos de áreas do foro clínico.

Infelizmente, à custa dessa situação, muitos desses profissionais capacitados, acabam por trabalhar em empresas ou serviços cujos postos de trabalho apenas requerem o 12º ano. Ou ainda pior, ficam no desemprego por longos meses, frustrados e desiludidos.
E assim vai o país, gastando recursos vitais a formar profissionais que não são rentabilizados, e que alguns vão mesmo ingressar em instituições no estrangeiro, que lhes acabam por dar as condições e as capacidades que muitas das vezes não conseguem, ou lhes negam a encontrar por cá.

Quem fica a ganhar com isto são várias entidades donas de várias unidades de saúde privadas ou cooperativas, pois metem ao bolso o dinheiro do bom ou mau diagnostico do utente, bem como rendimentos extra que não pagam por terem alguém a ganhar o ordenado mínimo.
Quem fica a perder com isto? O utente, com um mau diagnóstico, o país, pela constante sangria de profissionais capacitados e competentes para o estrangeiro á procura daquilo que não encontram por cá, e o contribuinte, que vê assim o dinheiro dos seus impostos serem desbaratados, acabando por pagar a formação de profissionais, dos quais outros países vão usufruir, sem custos associados à sua formação.

Os sindicatos há muito que já se queixam disto, mas a Inspecção Geral das Actividades de Saúde (IGAS) continua a fazer orelhas moucas...

Já quantos de vocês terão sido vitimas de maus diagnósticos por exames complementares estarem errados ou terem sido mal realizados? Muitos e outros nunca saberão!

A negligência médica e a usurpação de funções ainda constituem crimes na lei portuguesa e não há nada mais precioso que a nossa saúde! Portanto não seja conivente com esta situação. Denuncie sempre todas estas situações, pois as coisas só mudam quando houver queixas suficientes.

A sua denúncia pode ser apresentada junto do IGAS (Inspecção Geral das Actividades de Saúde), ACT (Autoridade para as Condições do Trabalho) ou na policia local (PSP ou GNR).

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CarlaMartins Escreveu:Volto a referir que nem todas as cédulas são "um pequeno cartão, em tudo semelhante a um cartão de crédito". As antigas são semelhantes às antigas cartas de condução, mas brancas e só com uma dobra.


Também já está alterado, mas já era altura de pedirem uma segunda via :p
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Re: Campanha anti-pseudotécnicos

Mensagempor Vitor Paiva em Domingo, 01 Jun 2008 15:18

De qq modo, aquilo que fiz era apenas uma sugestão. Agora espero por mais sugestões de melhoria que possam ser implementadas...

A ideia seguinte era mandar-mos, e convencer-mos os amigos a fazer também isso, para uma lista de contactos dos meios de comunicação social...

Se houvesse uma resposta em massa, isto poderia ter algum impacto.

De qq modo, isto ainda não está do jeito de manifesto, mas é alguma coisa. O que sugerem mais?
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Re: Campanha anti-pseudotécnicos

Mensagempor zuppara em Domingo, 01 Jun 2008 16:14

Eu acho que já dá bastante a conhecer a realidade, agora é enviar por mail, publicar em fóruns e pedir para reenviar.
Para já não estou a ver o que mais pudesse ser adicionado.
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